STF: arte, história e a Estátua da Justiça em concreto flutuante
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STF: arte, história e a Estátua da Justiça em concreto flutuante

Praça dos Três Poderes · Brasília, DF
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O prédio do Supremo Tribunal Federal é, nas palavras de quem o visita, um convite: a leveza do traço de Niemeyer faz o concreto parecer que flutua — e o efeito fica ainda mais bonito à noite, com a iluminação.

O Palácio do Supremo Tribunal Federal foi concebido por Oscar Niemeyer, com projeto estrutural do engenheiro Joaquim Cardozo — o mesmo que calculou as bases delgadas da Catedral de Brasília. Ocupa um dos três vértices do triângulo equilátero da Praça dos Três Poderes, junto ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto.

A Estátua da Justiça e o museu do Tribunal

O roteiro de visitação começa do lado de fora, em frente à obra "A Justiça", esculpida em granito em 1961 por Alfredo Ceschiatti, inspirada nas deusas Têmis e Iustitia. Com mais de três metros de altura, é uma das esculturas mais fotografadas da capital.

Detalhe arquitetônico modernista em Brasília

O edifício foi tombado pelo IPHAN em 2007, no centenário de nascimento de Oscar Niemeyer.

Dentro, o Museu do STF guarda os originais das Constituições brasileiras, mobiliário de época e obras de arte — incluindo um painel de Athos Bulcão no plenário, que simboliza a justiça dos homens ao lado do Crucifixo de Ceschiatti, símbolo da justiça divina.

Como visitar o STF

  • Onde fica: na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
  • Quando: a visitação pública acontece em fins de semana e feriados. Em dias úteis, grupos de estudantes e instituições precisam agendar.
  • Entrada: gratuita.
  • Documento: leve um documento oficial com foto.
  • Antes de ir: as visitas podem ser suspensas temporariamente. Confira os horários do dia na seção de visitação pública do site do STF.

Informações conferidas em outubro de 2026. Horários e regras podem mudar; confirme antes de sair de casa. Fonte: Supremo Tribunal Federal.

💡 Dica do Local Guide

A visita passa também pelo Salão Branco, reservado a solenidades, onde uma galeria reúne os retratos de todos os ex-presidentes da Corte desde o período do Império — um protocolo mantido até hoje.

Um patrimônio público, sem fins comerciais

Como os demais palácios da Praça dos Três Poderes, o STF não cobra ingresso. É um espaço institucional mantido pelo Estado brasileiro — parte do mesmo conjunto arquitetônico reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

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